Há quase dois anos, o intrigante Tetramythos Retsina debutava em nosso palco para a alegria de inúmeros enófilos que fizeram nosso estoque esgotar ainda pela manhã. Naquela ocasião, felizmente, conseguimos disponibilizar mais garrafas, fazendo com que todos os interessados pudessem garantir tal preciosidade em sua Adega Virtual.
Semanas se passaram, os clientes foram recebendo seus pedidos e, conforme as garrafas iam sendo abertas, íamos recebendo solicitações de recompra ou se já sabíamos quando ele apareceria novamente em nossa oferta diária.
Demorou, mas o dia chegou! Finalmente o time da curadoria VinumDay conseguiu negociar um novo lote e este deliciosíssimo Retsina está de volta.
Leia o ótimo texto abaixo, de nossa autoria e lembre-se dele
Você já ouviu falar em Retsina?
Sob esta designação, são elaborados de modo muito peculiar os vinhos de "assinatura" da Grécia.
Há mais de 2.000 anos, quando se compreendeu que nas ânforas, a interação do vinho com o oxigênio fazia a bebida estragar rapidamente, os gregos passaram a utilizar a resina de pinheiro como selante hermético do recipiente. Desse modo, o vinho resistia por mais tempo e sofria o acréscimo de pronunciados sabores resinosos.
Hoje em dia, o Retsina não é mais elaborado por necessidade, mas sim, por tradição. As técnicas de vinificação evoluíram muito, bem como a qualidade do vinho, que está em alta no momento.
Críticos internacionais estão de olho na ascensão do estilo, assim como no grande salto de qualidade que as castas autóctones gregas estão obtendo.
Um dos precursores do Retsina moderno é o enólogo Panagiotis Papagiannopoulos, responsável pelos vinhos da Tetramythos. Em um artigo publicado na Revista Financial Times, Jancis Robinson afirma:
"O Tetramythos Retsina, fermentado em ânfora e feito com adições mínimas de enxofre, tem como pano de fundo, notas que nos garantiram o porquê do enólogo carismático Panagiotis Papagiannopoulos ser conhecido como o Frank Zappa do vinho grego. Ele não é tão cabeludo quanto Zappa, mas certamente é inventivo."
Alguns fatores ajudam a explicar a alta qualidade do Retsina da Tetramythos. Primeiro, a escolha pela variedade Roditis, que a 1000 metros de altitude nas montanhas de Aigialeia (de frente para o Golfo do Corinto) e rendimentos controlados, exibe suas melhores características.
O segundo ponto é a vinificação em ânforas de argila com adição mínima de resina de pinheiro, apenas como instrumento gerador de complexidade. Essa resina é acrescentada durante a fermentação, formando uma película oleosa sobre a superfície do vinho, que, posteriormente, é removida.
Como resultado, temos um vinho de caráter bem superior. De cor amarelo-palha intensa, o olfato é "acariciado" por aromas de frutas cítricas, como lima, limão-siciliano e laranja, aliados a pêssego fresco e maçã verde. Aqui, a resina se mostra mediante elegantíssimas notas de capim-limão e gengibre, que aportam um frescor incrível.
Em boca, tem ótimo corpo, acidez muito viva e salivante. Os sabores são profundos, levando a um aftertaste prazeroso e muito longo. É um vinho que, incessantemente, convida a um próximo gole.
Quem também confirmou a qualidade do Tetramythos Retsina foi a juíza Ines Salpico, que publicou o seguinte comentário na Revista Decanter em setembro de 2023:
"Moderno, vibrante e elegante, com uma base ácida firme e uma salinidade deliciosa por toda parte. A resina utilizada provém dos pinheiros que rodeiam as vinhas Roditis, tornando este um Retsina de “vinhedo único”. As nuances de ervas (alecrim, erva-doce selvagem e orégano) são sutis e perfeitamente entrelaçadas no núcleo picante das raspas de limão, suco de limão e maçã verde carnuda. Uma ótima bebida para o dia a dia que combina particularmente bem com frutos-do-mar e aves. Orgânico."
Sem sombra de dúvidas, você está diante da oportunidade de adquirir um grego impecável, num estilo dificilmente encontrado a disposição no Brasil.
Mas corra, pois são poucas unidades nesta ação com 32% OFF.
Sextou em alto padrão aqui na VinumDay!
Há quase dois anos, o intrigante Tetramythos Retsina debutava em nosso palco para a alegria de inúmeros enófilos que fizeram nosso estoque esgotar ainda pela manhã. Naquela ocasião, felizmente, conseguimos disponibilizar mais garrafas, fazendo com que todos os interessados pudessem garantir tal preciosidade em sua Adega Virtual.
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Leia o ótimo texto abaixo, de nossa autoria e lembre-se dele
Você já ouviu falar em Retsina?
Sob esta designação, são elaborados de modo muito peculiar os vinhos de "assinatura" da Grécia.
Há mais de 2.000 anos, quando se compreendeu que nas ânforas, a interação do vinho com o oxigênio fazia a bebida estragar rapidamente, os gregos passaram a utilizar a resina de pinheiro como selante hermético do recipiente. Desse modo, o vinho resistia por mais tempo e sofria o acréscimo de pronunciados sabores resinosos.
Hoje em dia, o Retsina não é mais elaborado por necessidade, mas sim, por tradição. As técnicas de vinificação evoluíram muito, bem como a qualidade do vinho, que está em alta no momento.
Críticos internacionais estão de olho na ascensão do estilo, assim como no grande salto de qualidade que as castas autóctones gregas estão obtendo.
Um dos precursores do Retsina moderno é o enólogo Panagiotis Papagiannopoulos, responsável pelos vinhos da Tetramythos. Em um artigo publicado na Revista Financial Times, Jancis Robinson afirma:
"O Tetramythos Retsina, fermentado em ânfora e feito com adições mínimas de enxofre, tem como pano de fundo, notas que nos garantiram o porquê do enólogo carismático Panagiotis Papagiannopoulos ser conhecido como o Frank Zappa do vinho grego. Ele não é tão cabeludo quanto Zappa, mas certamente é inventivo."
Alguns fatores ajudam a explicar a alta qualidade do Retsina da Tetramythos. Primeiro, a escolha pela variedade Roditis, que a 1000 metros de altitude nas montanhas de Aigialeia (de frente para o Golfo do Corinto) e rendimentos controlados, exibe suas melhores características.
O segundo ponto é a vinificação em ânforas de argila com adição mínima de resina de pinheiro, apenas como instrumento gerador de complexidade. Essa resina é acrescentada durante a fermentação, formando uma película oleosa sobre a superfície do vinho, que, posteriormente, é removida.
Como resultado, temos um vinho de caráter bem superior. De cor amarelo-palha intensa, o olfato é "acariciado" por aromas de frutas cítricas, como lima, limão-siciliano e laranja, aliados a pêssego fresco e maçã verde. Aqui, a resina se mostra mediante elegantíssimas notas de capim-limão e gengibre, que aportam um frescor incrível.
Em boca, tem ótimo corpo, acidez muito viva e salivante. Os sabores são profundos, levando a um aftertaste prazeroso e muito longo. É um vinho que, incessantemente, convida a um próximo gole.
Quem também confirmou a qualidade do Tetramythos Retsina foi a juíza Ines Salpico, que publicou o seguinte comentário na Revista Decanter em setembro de 2023:
"Moderno, vibrante e elegante, com uma base ácida firme e uma salinidade deliciosa por toda parte. A resina utilizada provém dos pinheiros que rodeiam as vinhas Roditis, tornando este um Retsina de “vinhedo único”. As nuances de ervas (alecrim, erva-doce selvagem e orégano) são sutis e perfeitamente entrelaçadas no núcleo picante das raspas de limão, suco de limão e maçã verde carnuda. Uma ótima bebida para o dia a dia que combina particularmente bem com frutos-do-mar e aves. Orgânico."
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Lucie Thiéblemont Crémant de Bourgogne Blanc de Noir.
Lembro bem da última (e única) oferta que fizemos deste vinho. Foi lá em 2023, no Dia das Mães.
Foi uma estreia de sucesso contido. Mas eu sabia que, quando os clientes provassem, haveria pedidos de bis. Decidi, então, arrematar o saldo que o importador tinha em estoque. As garrafas sobressalentes evaporaram em poucos dias.
Muitos amigos me procuraram, tentando ver se eu encontrava alguma garrafa perdida no estoque. Tive que deixá-los de mãos vazias.
Passados quase 3 anos, recebo a notícia de que finalmente este belíssimo Crémant retornou ao Brasil. Hoje você tem acesso a ele em primeira mão!
É um espumante de alta estirpe – uma garrafa de fato excepcional – que, arriscamos afirmar: entrega muito mais que a vasta maioria das versões non vintage daquelas marcas famosas de Champa que a gente encontra em todo lugar.
Esse é um Crémant de Vigneron, e se você não sabe o que é isso, explicamos: em Champagne, a produção sempre foi dominada pelas grandes Maisons, que compram uvas de centenas de produtores e vinificam grandes volumes.
Recentemente, alguns viticultores começaram a ganhar destaque com uma produção de pequeno volume, muito mais artesanal e diligente, buscando autenticidade. Criou-se então a dicotomia dos Champagnes de Grandes MaisonsvsChampagnes de Vignerons.
Este movimento – inicialmente restrito à Champagne – hoje já se estende para outras regiões produtoras de espumantes. É o caso da Borgonha, berço da ampola que chega até você hoje.
A cuvéeLucie Thieblemont é obra da pequena vinícola Charly Nicolle, situada em Chablis. A localização nortenha desta porção da Borgonha (efetivamente mais perto de Champagne do que da própria Côte d'Or), é o fator fundamental para obter o frescor que temos nessa garrafa.
100% Pinot Fin – um clone ancestral da Pinot Noir – este é um Blanc de Noir que foi maturado junto às lias por 24 meses e ainda estagiou por mais um ano na vinícola. Para fins de comparação, isso é muito superior ao que é exigido para um Champagne N.V. (12 meses de autólise + 3 meses em caves).
O resultado é um borbulhante que encanta na taça, com grande complexidade e muita profundidade.
O aroma traz as frutas vermelhas da Pinot – framboesa, morango, cereja – e também notas de torta de limão e pera, escoltadas por brioche, croissant e um distinto toque de nozes. Na boca combina o intenso frescor com excelente cremosidade, ótima concentração, e um final que une mineralidade e sapidez.