Na família Haas existe uma tradição que atravessa quase um século e meio: o primogênito sempre se chama Franz. Desde 1880, a vinícola de Montagna, no Alto Adige, passou por oito gerações, todas com o mesmo nome no rótulo.
Mas foi o Franz da sétima geração quem mudou a história.
Formado em Geisenheim, na Alemanha, ele trabalhou como corretor de vinhos italianos no mercado alemão antes de assumir o negócio da família. Até então os Haas cultivavam uvas, mas não engarrafavam vinhos de qualidade.
Sua obsessão tinha nome: Pinot Nero. A casta mais difícil e mais caprichosa, e também a mais recompensadora quando dá certo. Franz se definia como meticuloso, exigente, o crítico mais severo do próprio trabalho. A prova está na adega: o Schweizer, sua seleção de topo, só vai ao mercado nas safras que estão à altura.
Franz nos deixou em 2022. A Pinot Nero que ele lapidou por décadas segue de pé.
E aqui está um detalhe que pouca gente conhece. Os rótulos coloridos da casa são obras deRiccardo Schweizer, pintor e arquiteto que trabalhou ao lado de Picasso e Chagall. Não por acaso, o Pinot Nero de topo leva o nome dele.
O rótulo de hoje nasce em vinhedos entre 350 e 900 metros de altitude, nas encostas de Pinzano e Gleno, em Montagna, e de Mazzon, em Egna. Clones de baixo rendimento são plantados em terreno extremamente heterogêneo. A fermentação acontece em tanques de inox abertos, seguida de cerca de um ano em barricas francesas e alguns meses de repouso em garrafa.
E a tampa de rosca? Não é economia, é convicção. Desde a safra 2018, Franz fechou toda a produção com screwcap para preservar a pureza aromática dos vinhos. Uma decisão corajosa num país que ainda venera a rolha.
Ele chamava seu Pinot Nero de “o branco entre os tintos”, pela cor translúcida e pela finesse extrema. Difícil definir melhor.
Na taça, o 2023 confirma a fama de safra elegante para o Pinot Nero no Alto Adige. No nariz, morango macerado e violetas se misturam a um toque defumado de ervas na brasa. A boca é suculenta e cheia de energia, com frutas silvestres crocantes e uma pitada cítrica, até um final de pétala de rosa e pimenta que se estende em puro frescor.
É um vinho generoso nos aromas e sabores, repleto de vitalidade. Quem procura tipicidade, tensão e prazer à mesa, vai encontrar com sobra neste rótulo.
Recomendamos com afinco!
Na família Haas existe uma tradição que atravessa quase um século e meio: o primogênito sempre se chama Franz. Desde 1880, a vinícola de Montagna, no Alto Adige, passou por oito gerações, todas com o mesmo nome no rótulo.
Mas foi o Franz da sétima geração quem mudou a história.
Formado em Geisenheim, na Alemanha, ele trabalhou como corretor de vinhos italianos no mercado alemão antes de assumir o negócio da família. Até então os Haas cultivavam uvas, mas não engarrafavam vinhos de qualidade.
Sua obsessão tinha nome: Pinot Nero. A casta mais difícil e mais caprichosa, e também a mais recompensadora quando dá certo. Franz se definia como meticuloso, exigente, o crítico mais severo do próprio trabalho. A prova está na adega: o Schweizer, sua seleção de topo, só vai ao mercado nas safras que estão à altura.
Franz nos deixou em 2022. A Pinot Nero que ele lapidou por décadas segue de pé.
E aqui está um detalhe que pouca gente conhece. Os rótulos coloridos da casa são obras deRiccardo Schweizer, pintor e arquiteto que trabalhou ao lado de Picasso e Chagall. Não por acaso, o Pinot Nero de topo leva o nome dele.
O rótulo de hoje nasce em vinhedos entre 350 e 900 metros de altitude, nas encostas de Pinzano e Gleno, em Montagna, e de Mazzon, em Egna. Clones de baixo rendimento são plantados em terreno extremamente heterogêneo. A fermentação acontece em tanques de inox abertos, seguida de cerca de um ano em barricas francesas e alguns meses de repouso em garrafa.
E a tampa de rosca? Não é economia, é convicção. Desde a safra 2018, Franz fechou toda a produção com screwcap para preservar a pureza aromática dos vinhos. Uma decisão corajosa num país que ainda venera a rolha.
Ele chamava seu Pinot Nero de “o branco entre os tintos”, pela cor translúcida e pela finesse extrema. Difícil definir melhor.
Na taça, o 2023 confirma a fama de safra elegante para o Pinot Nero no Alto Adige. No nariz, morango macerado e violetas se misturam a um toque defumado de ervas na brasa. A boca é suculenta e cheia de energia, com frutas silvestres crocantes e uma pitada cítrica, até um final de pétala de rosa e pimenta que se estende em puro frescor.
É um vinho generoso nos aromas e sabores, repleto de vitalidade. Quem procura tipicidade, tensão e prazer à mesa, vai encontrar com sobra neste rótulo.
A cada dia oferecemos um vinho por um preço super especial (em 99% dos casos é o melhor preço que você irá encontrar no mercado online).
Adega Virtual
Todas as compras que você realiza na VinumDay são enviadas para a sua adega virtual. Esse sistema exclusivo lhe permite acumular compras feitas em datas diferentes para obter frete reduzido ou gratuito.
Frete Grátis
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varia de R$ 400 a R$ 800 - dependendo da sua região) você pode solicitar a entrega com frete
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Pagamento
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depósito bancário/DOC/TED.
É uma oportunidade incrível para abastecer a adega com um vinho que muitos consideram o melhor do Brasil em relação preço/qualidade.
Com vocês, a nova safra do emblemático Panizzon Maximus, agora Maximus X Reserva!
Assinado pela Panizzon, vinícola gaúcha fundada em 1960 por Ricardo Panizzon e hoje comandada pela terceira geração da família, esse vinho é o grande sucesso da empresa.
Sua elaboração parte de uvas do vinhedo Durans, situado a 850 metros de altitude nos Campos de Cima da Serra. O assemblage reúne quatro variedades em proporções bem definidas: 35% Cabernet Franc, 35% Merlot, 15% Sangiovese e 15% Ancellotta.
As castas foram vinificadas separadamente em tanques de aço inoxidável a exatos 18 °C sob a ação de leveduras selecionadas, e com remontagens diárias. Após a malolática, o corte foi realizado e o vinho estagiou por 12 meses em carvalho francês e americano.
O visual é vermelho rubi, brilhante e profundo, e os aromas abrem com nítidas notas de cereja, framboesa, morango e ameixa, escoltados por rosas-vermelhas e múltiplas especiarias, entre elas a canela, o cravo e a noz-moscada. Sem tirar o protagonismo da fruta, incrementam a complexidade nuances de chocolate meio amargo, café em grãos e menta.
Na boca, mostra-se macio e sedoso, com acidez vibrante, taninos finos e aveludados e corpo médio. Os sabores acompanham as nuances aromáticas, mantendo a intensidade e a harmonia do conjunto.
É um tinto que entrega muito mais complexidade do que se imaginaria para um rótulo nessa faixa de preço — certamente entre as maiores barganhas do Brasil.
Refletindo sobre como a VinumDay poderia fazer a sua parte para ajudar causas nobres - em especial aquelas mais afetadas pela pandemia - decidimos criar um novo tipo de oferta. A cada mês traremos um rótulo selecionado pela nossa curadoria, cujo lucro das vendas será integralmente destinado para uma ou mais instituições sociais.
AAPECAN — Associação de Apoio a Pessoas com Câncer
A AAPECAN é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que oferece atendimento gratuito a pessoas com câncer em situação de vulnerabilidade social. Atua em todo o Rio Grande do Sul, com 15 unidades de atendimento e 11 casas de apoio.
Belmonte FrugalleRosé 2025
Outubro Rosa é um convite à conscientização sobre a prevenção do câncer de mama, e a VinumDay, mais uma vez, faz questão de abraçar essa causa tão importante! Para marcar esse mês especial, selecionamos um vinho à altura da ocasião: o Belmonte Frugalle Rosé.